E-commerce próprio para uma loja de games retro que vendia só em marketplace, com UX/UI, SEO, CRO, pagamentos, frete, recuperação de carrinho e identidade visual
Vender só em marketplace é alugar a vitrine e o cliente
A Trend Games vende games retro, consoles e acessórios, boa parte importada e quase sempre em peça única. Todo o faturamento passava pelo Mercado Livre, onde a comissão come a margem, regra e taxa mudam sem aviso e o comprador fica cadastrado na plataforma, não na loja. O canal próprio nasceu para resolver os três de uma vez: margem maior por pedido, regra definida pela loja e uma base de clientes que pode comprar de novo.


Um e-commerce com cara de loja de game, não de catálogo genérico
Roxo no cabeçalho, no preço e no botão, tipografia de pixel nos títulos e fundo quadriculado que lembra arte de caixa de cartucho. Cada categoria abre com uma faixa e o desenho do console daquela família, o que dá identidade sem depender de banner escrito. A loja foi montada em WooCommerce sobre o tema Woodmart, com Elementor nas páginas de conteúdo.
No celular, a loja ganhou uma barra fixa com carrinho e conta
A versão mobile tem barra inferior com produtos, favoritos, carrinho e minha conta sempre à mão, e os filtros abrem em painel em vez de empurrar a lista para baixo. No desktop, a coluna de filtros fica ao lado da grade, com plataforma, marca, condição e faixa de preço. Quem procura um jogo de Super Famicom chega nele em dois cliques.


Categoria por plataforma no lugar de uma lista só de produtos
A loja foi organizada em jogos, consoles, portáteis e acessórios, com filtro por plataforma e por marca, o que cria página própria para quem busca por console específico. O blog trata de conteúdo retro e puxa visita de quem ainda não está comprando. Na conversão, os selos de compra protegida, parcelamento em até 12x e envio rápido aparecem logo abaixo do primeiro bloco.
A ficha diz o estado real do produto e o que não vem junto
Em loja de item usado e importado, a dúvida do comprador é sempre a mesma: em que estado está e o que vem na caixa. Cada anúncio descreve conservação, o que está incluso e o que não acompanha, em caixa alta quando precisa. Isso corta pergunta antes da compra e reclamação depois dela.


Pagamento e frete resolvidos dentro da própria loja
O checkout usa Mercado Pago, com cartão em até 12x, Pix e boleto, e as bandeiras aceitas aparecem no rodapé e na ficha do produto. O frete é calculado pelos Correios, com uma aba de formas de envio em cada anúncio e entrega para todo o Brasil. Sair do marketplace só funciona se o comprador encontrar as mesmas facilidades do lado de cá.
Recuperação de carrinho automática para a venda que parou no meio
Quando o pedido é montado e não fechado, uma sequência automática de e-mail volta no assunto. Em loja de peça única isso pesa mais do que em loja de estoque grande: o produto que ficou no carrinho pode ser o último exemplar daquele título. A automação entrou junto com o checkout, e não como ajuste posterior.


Cadastro que vira base de recompra, não linha em planilha
Quem cria conta, compra ou deixa e-mail entra numa automação de CRM que separa o cliente por interesse e por momento da compra. Foi isso que o marketplace nunca devolveu: a lista. Com ela, a chegada de um lote novo de Super Famicom vai direto para quem já comprou dessa família, em vez de disputar visibilidade dentro da plataforma.
Medição ligada e o catálogo dentro do Google
Google Tag Manager, GA4 e as conversões do Google Ads foram instalados desde a subida da loja. O catálogo é enviado ao Google Merchant Center, então os produtos aparecem com foto e preço na busca. As campanhas de Google Ads rodam sobre essa estrutura, o que deixa ver qual plataforma e qual faixa de preço puxam a receita.


Firewall e cache na frente de uma loja que recebe pagamento
A loja roda com firewall Wordfence, certificado SSL, login protegido e cache do LiteSpeed. As imagens passam por compressão automática, o que importa numa vitrine com muita foto de produto. Loja fora do ar ou lenta devolve o pedido justamente para o marketplace de onde a Trend Games estava saindo.
Identidade que veio do próprio produto
O macaco ninja de fone e a fonte de pixel do logotipo dão o tom do resto: roxo para preço, botão e cabeçalho, grafite nos blocos escuros e fundo quadriculado como textura. A mesma regra vale no banner da home, na faixa de categoria e no card do blog, então a loja parece a mesma peça em qualquer página.


Com o canal próprio no ar, o valor de cada cliente ao longo do tempo passou a ser cerca de cinco vezes maior do que quando a venda acontecia só no marketplace, porque a recompra deixou de depender da plataforma. Campanhas de Google Ads e a vitrine no Google Merchant Center completam o trabalho de trazer quem procura título específico.
Assim como a Trend Games, a sua loja também pode ter um canal próprio com margem melhor e cliente cadastrado na sua base. Fale hoje com a Novamedia.





